Diariamente, ouvimos milhares de ruídos e sons. Mas o que ouvimos?

Os seres humanos, não ouvimos apenas ruídos, mas uma combinação de frequências, os sons, e os níveis de pressão sonora desses sons.

Um ruído é o resultado de muitas frequências diferentes, gerando um silvo, assobio ou um zumbido. O ruído ambiente, como o barulho do tráfego ou das ondas do mar, pertence a categoria dos ruídos.

Mas o que não ouvimos?

Nossa amplitude auditiva está entre 20 e 20.000 Hertz, ela é tão grande que podemos distinguir cerca de 400.000 tons diferentes. Naturalmente há mais frequências, onde mesmo as pessoas com a audição perfeita não conseguem escutar, pois está abaixo do limiar auditivo.

Dependendo da idade, as pessoas sofrem com a perda da audição relativa, afetando também os jovens.

Quando a perda auditiva é relacionada ao envelhecimento, pequenas células morrem no ouvido interno, assim, as frequências particularmente altas não são mais percebidas. Sem o uso de um aparelho auditivo, a perda da audição progride até o cérebro desaprender a associar os sons.

Ao notar que está tendo dificuldades em compreender os sons, ou até mesmo as pessoas com quem fala, procure um médico!

O que os animais ouvem?

Há muitos sons e ruídos que os seres humanos não conseguem ouvir. Mas quem conseguem ouvir são os animais.

Eles percebem outras faixas de frequência, tendo um modo limiar de audição diferente do nosso. A faixa vocal muda de acordo com suas respectivas faixas de auditiva, e coincidem apenas parcialmente aos campos auditivos e vocais humanos.

Um exemplo, são os golfinhos, eles podem quase praticamente ver com seus ouvidos. Usam seu eco dos estalidos que produzem para localizar possíveis predadores ou suas presas. Desse modo também podem localizar e atacar peixes pequenos.