O zumbido, chamado também de acúfeno ou tinnitus, pode ser altamente incômodo para alguns e causar até depressão. Porém, o zumbido não é uma doença em si, mas um sintoma relacionado à vários tipos de doenças que necessitam ser identificadas e tratadas.

A “tinnitus subjetiva” é o tipo mais comum de zumbido, no qual apenas o paciente ouve os ruídos. Ele pode ser causado por alterações estruturais no ouvido, médio ou interno, e desequilíbrios no canal ou no nervo auditivo. Já a “tinnitus objetiva” pode ser ouvida em exames clínicos, essa disfunção ocorre por contrações musculares, disfunções nos vasos sanguíneos ou complicações nos ossículos do ouvido médio.

Em situações comuns, as vias auditivas captam as vibrações dos sons do ambiente e enviam-nas ao cérebro por meio de impulsos elétricos. O zumbido ocorre quando os impulsos são enviados espontaneamente, ou seja, sem haver a presença externa de algum som. Em geral, o excesso de cera, infecções e lesões são algumas causas do problema. Entretanto, existem outros fatores que não se relacionam com o sistema auditivo, mas que podem originar esse sintoma. Entre eles, podemos citar os desvios de coluna, diabetes, o consumo excessivo de cafeína, tabaco e álcool, entre muitos.

Para curar o zumbido, deve se analisar o quadro da doença que ele se relaciona. Dessa forma, caso ele esteja relacionado a doenças agudas, como a obstrução do canal auditivo por cerume ou otites, ele tende a sumir junto com a doença. O médico pode trabalhar em conjunto com o paciente visando à identificação dos problemas que causam ou intensificam a sensação de zumbido. É fundamental sempre procurar um otorrinolaringologista para identificar a origem do problema e receber orientações para os melhores tratamentos.